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O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele, responsável pela maioria das mortes relacionadas à doença. Ele se desenvolve nas células produtoras de pigmento da pele (melanócitos) e pode surgir em qualquer parte do corpo, especialmente nas áreas expostas ao sol.
Apesar de ser menos comum que outros tipos de câncer de pele, o Melanoma é altamente agressivo e pode se espalhar rapidamente para outros órgãos se não for tratado a tempo.
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são cruciais para aumentar as chances de cura.
O melanoma pode se manifestar de várias maneiras, desde uma nova pinta na pele até mudanças em uma pinta pré-existente. Reconhecer os sinais é fundamental para um diagnóstico precoce.
A pele é um órgão de fácil acesso e o auto-exame é essencial em pessoas com risco aumentado para o surgimento do melanoma.
Se caso perceber o surgimento de qualquer lesão de pele nova, pigmentada ou não pigmentada, ou se perceber qualquer alteração em lesão pré-existente (mudança de cor, forma, tamanho, irritação, coceira ou sangramento), procure de imediato o médico dermatologista para avaliação.
O melanoma é uma forma altamente agressiva de câncer de pele que pode se espalhar rapidamente para outras partes do corpo. Quando identificado em seus estágios iniciais, as chances de cura são significativamente aumentadas.
Contudo, se não tratado, o Melanoma pode atingir órgãos vitais, levando a complicações graves e até ao óbito. A chave para um tratamento eficaz é a detecção precoce e o acompanhamento constante das alterações na pele.
Os melanomas finos e precoces, em geral, não são diagnosticados clinicamente a olho nu. A fim de melhorar a sensibilidade e especificidade do diagnóstico surgiram, nos últimos anos, novas técnicas de diagnóstico e seguimento em pacientes de alto risco, dentre as quais se encontra a dermatoscopia.
Não espere para agir – sua saúde não pode esperar.